Chengdu - China

Chengdu é a capital da Província de Sichuan. É uma grande cidade com mais de 4 milhões de habitantes. Nos pareceu ser uma cidade bem organizada e limpa, onde a modernidade contrasta com seus mais de 2000 anos de história.

Estivemos por duas vezes em Chengdu. Na primeira vez, chegamos no dia 03/11/2010 de manhã cedo, depois de uma viagem de trem desde Kunming. Neste dia passeamos pelo bairro tibetano e de noite pelo centro. E no dia seguinte de manhã cedo já partimos para mais uma viagem de trem, rumo à Xian. Após conhecermos Xian, voltamos para Chengdu, onde chegamos no dia 07/11 de manhã cedo. Neste dia, aproveitamos para ir conhecer a área ao redor do Templo Wenshu, onde almoçamos, e depois fomos conhecer a Rua Qintai Lu e o Parque Baihuatan. E no dia seguinte já deixamos Chengdu novamente, seguindo de ônibus para Leshan.


Construção em estilo chinês


Lanternas


No bairro tibetano


Barracas com comida de rua no bairro tibetano.


Rua com construções típicas chinesas na região do Templo Wenshu




As ruas na região do Templo Wenshu são cheias de restaurantes típicos e lojas de souvenirs.


Algumas ruas na região do Templo Wenshu são somente para pedestres, o que torna o passeio bastante agradável.


Restaurantes com mesinhas na rua são tradicionais na área do Templo Wenshu.


Ele lê o seu futuro... Mas o que adianta? O futuro está escrito em chinês!


Rua Qintai Lu , com várias construções em estilo tradicional chinês


Portão na Rua Qintai Lu


Vendedora com roupas tradicionais na Rua Qintai Lu


Rio Brocade na entrada do parque Baihuatan


Menina dando mamadeira para as carpas do Parque Baihuatan.


A prática de Tai Chi Chuan é muito comum nos parques da cidade.


Pintura chinesa no Parque Baihuatan


Domingo no parque


Menina


Repare o detalhe da calça do menino... Na China todas as crianças andam com o bumbum de fora. As roupas são sempre abertas para facilitar na hora do banheiro ou a troca das fraldas.


Que direção seguir?


O que pedir para comer?
Os chineses sempre imaginam que todo mundo pode entender, falar e ler chinês. Em um restaurante, por exemplo, eles mostram o cardápio e começam a falar, como se estivéssemos entendendo tudo, até o momento que começamos a fazer as mímicas.


Chengdu é uma cidade bastante moderna, organizada e limpa.


A cidade e o Rio Brocade à noite.


Chengdu, a capital da província de Sichuan


DICAS:
- O ônibus número 6 sai da estação de trem, que está na zona norte da cidade, passa pelo centro e segue até a zona sul. Os ônibus urbanos na China são baratos, costumam custar de 1 à 1,5 yuan.
- Nos hospedamos no Traffic Hotel (na rua Binjiang Lu, ao lado da Xinnanmen Bus Station), que oferece quartos duplos com banheiro compartilhado (mas bem limpo) e com internet wi-fi, de 80 à 100 yuan.
- Um dólar vale aproximadamente 6,67 yuan.

Xian - China

Xian é uma movimentada cidade de mais de 3 milhões de habitantes, capital da província de Shaanxi. A cidade tem mais de 3000 anos de história e foi capital da China ao longo de várias dinastias da antiguidade.

Chegamos em Xian na madrugada do dia 05/11/2010, depois de uma viagem de trem de 20 horas desde Chengdu. Ainda estava escuro quando chegamos. Assim, esperamos o dia clarear, tomando um café em uma lanchonete em frente da estação de trem. E quando amanheceu, partimos para procurar um hotel. Uma vez instalados, saímos então para passear e aproveitar o dia.

Nosso principal objetivo estava em conhecer o famoso Exército de Terracota, um dos mais ricos monumentos arqueológicos da China. O Exército de Terracota é uma coleção mais de 8000 guerreiros, cavalos e charretes, feitos de argila em tamanho natural, de mais de 2000 anos de idade. É um verdadeiro tesouro, que foi encontrado somente em 1974, nas proximidades de Xian, ao lado do mausoléo do imperador Qin Shihuang.

Acredita-se que o imperador Qin, em 246 a.C, mandou iniciar a construção do seu próprio mausoléo, onde cerca de 700.000 artesões trabalharam durante 38 anos na sua construção.


Os soldados foram feitos em tamanho natural. Nenhuma estátua é igual a outra. A fisionomia e o tamanho variam, assim como a indumentária e o penteado, que são de acordo com a patente do militar. Cada figura portava armas reais como lanças, espadas ou arcos. Dizem que as faces eram inspiradas nos trabalhadores e artesões que ali trabalharam. Algumas peças ainda apresentam pequenos traços de pintura.


A diversidade das peças retrata um realismo impressionante e a quantidade e qualidade das figuras demonstram o poder do imperador que ordenou sua construção.


As figuras foram colocadas em posição militar, de acordo com sua patente e posto.




Esta foto mostra peças do exército que estão sendo restauradas.
As escavações arqueológicas dos soldados de terracota ainda não terminaram e imagina-se que levará ainda muitos anos. As peças são muito frágeis devido ao material utilizado e estão em estado ruim de preservação.
Após a morte do imperador Qin, o local foi saqueado e incendiado na revolta liderada pelo general Xiang Yu. Com o incêndio o teto de madeira caiu sobre as peças, causando muitos danos às figuras.


Os soldados de terracota foram encontrados em três diferentes trincheiras. Esta da foto é da maior delas, onde foram encontradas 6000 figuras de soldados, cavalos e carruagens.




Pátio que dá acesso ao Exército de Terracota e ao museu que guarda diversas peças encontradas no local.


No dia seguinte (06/11), aproveitamos a manhã para caminhar um pouco e conhecer o centro da cidade de Xian.


A grande muralha que envolve a cidade antiga de Xian tem cerca de 14km de extensão, possui 12 metros de altura e sua largura varia de 15 a 18 metros. Foi construída no século XIV, durante o reinado da dinastia Ming.


Parque Geming

Construção em estilo chinês no Parque Geming.


Nesta foto, senhores dançando no Parque Geming.
Na China existe muito estímulo para prática de atividades físicas ao ar livre. Os parques costumam ser repletos de pessoas fazendo atividades como dança, tai chi chuan, badminton, etc. Geralmente essas atividades são mais frequentadas por grupos de terceira idade, mas jovens e adultos também participam bastante.


Aula de dança no Parque Geming.


Senhor simpático passeando com sua netinha no parque.


O bom é descontrair...


Senhora se exercitando


Menina de patinete


Senhor nas ruas de Xian


No dia 06/11, após este passeio matinal pelo centro de Xian, pegamos o trem às 13:20. Foram 16 horas de viagem de volta para Chengdu, onde chegamos no dia seguinte de manhã cedo.


Xian a capital da província de Shaanxi

DICA:
- O Exército de Terracota está próximo da cidade de Xian. A maneira mais barata de ir é pegar o ônibus que sai ao lado da estação de trem e custa 7 yuan. A entrada para conhecer o complexo onde está o Exército de Terracota custa 110 yuan. É caro, mas vale a pena.
Obs.: Um dólar vale aproximadamente 6,67 yuan.

Chegando na China: Uma jornada de ônibus e trem

Nossos primeiros dias na China foram de longas viagens. Ônibus até Jinghong, ônibus para Kunming, trem até Chengdu e outro trem para Xian.


DIA 01/11/2010:

De manhã cedo deixamos Luang Nam Tha, no Laos, e seguimos de ônibus para a China. Cruzamos a fronteira, sem problemas, e por volta das 15:00 chegamos na cidade de Jinghong, na província de Yunnan, no sul da China.

Rapidamente notamos a grande dificuldade de comunicação com as pessoas. Os chineses raramente falam ou entendem alguma palavra de inglês. E, assim, começamos a desenvolver nossas habilidade de mímica. Nosso primeiro desafio foi encontrar um ATM para sacar dinheiro chinês com o cartão de crédito. Vencida esta etapa, voltamos para a rodoviária de compramos passagens de ônibus para a cidade de Kunming para às 20:00.

Assim, tínhamos ainda umas boas horas de espera. Fomos então almoçar em um pequeno restaurante perto da rodoviária. O chão sujo de gordura e de restos de comida logo nos fez perceber que limpeza não é uma característica comum na China. Além da mímica, descobrimos que o guia da Lonely Planet que havíamos pego emprestado no guesthouse de Luang Nam Tha, doado por algum viajante benevolente, nos seria muito útil. Um capítulo com frases e palavras básicas escritas em chinês nos ajudaria ao longo de toda a viagem a pedir o que comer. Enquanto almoçávamos, um rato, sem o menor grau de timidez, também almoçava os restos de comida acumulados embaixo da mesa ao lado. Na China é hábito as pessoas jogarem os restos de comida no chão. Mas apesar de todo este cenário, regido pela sujeira, pode-se dizer que a comida até que estava razoavelmente boa.


No restaurante, em Jinghong, com o guia na mesa, muito útil por ter as frases e palavras básicas para ao menos sabermos pedir o que comer.


De noite deixamos Jinghong e partimos para uma longa viagem rumo à Kunming. Estávamos em um ônibus leito e teria sido uma viagem confortável se não fosse a companhia de nossos colegas. A partir daí aprendemos que cigarro, catarro e vômito é a trilogia que se pode esperar de uma típica viagem de ônibus na China. Os sinais de proíbido fumar e proíbido cuspir parecem não fazer a menor diferença para os chineses. Ao chegarmos em Kunming, no dia seguinte de manhã cedo, o corredor do ônibus estava dominado pela sujeira, com catarradas, pontas de cigarro e restos de comida, como arroz e ossos de galinha.


DIA 02/11:

Kunming, a capital da província de Yunnan, é uma grande cidade, com mais de 2 milhões de habitantes. Era de manhã cedinho e fazia frio. Depois de passarmos meses viajando por países tropicais, debaixo de muito calor, estávamos agora na China, subindo rumo ao norte, em pleno outono.

Chegamos na Estação de Ônibus Sul, de aparência bastante moderna e que parecia ser nova. Nosso próximo desafio era descobrir qual ônibus teríamos que pegar para ir até a estação de trem. Procuramos por alguma informação no saguão da rodoviária e encontramos um balcão escrito “Lnformapion”, que obviamente não pôde ajudar muito.


“Lnformapion”: Será que alguém sabe falar inglês no balcão de informações da rodoviária de Kunming?


Então, começamos a perguntar para as pessoas na rua. Mostrávamos a palavra “estação de trem” escrita em chinês, que tínhamos no nosso guia, na esperança de que alguém nos indicasse algo. Foi difícil, mas depois de abordarmos vários chineses, um homem finalmente nos escreveu no número “154” e apontou para o local onde tínhamos que pegar o ônibus.

Uma vez dentro do tal ônibus número 154, nosso próximo desafio era descobrir onde teríamos que descer. Novamente mostramos nosso bendito guia, com a palavra “estação de trem”, para algumas pessoas dentro do ônibus, até que um homem fez uma mímica dizendo que ele também desceria no mesmo ponto. Assim, quando chegou o momento, descemos do ônibus e fomos seguindo ele, caminhando rapidamente por algumas ruas, sem pronunciar nenhuma palavra. Ele nos levou até a estação de trem, se despediu e seguiu seu rumo para o outro lado. Este cara foi bem legal. Ele estava de terno e andava com pressa, como quem está atrasado para o trabalho. E mesmo assim foi bem prestativo em nos ajudar.

Conseguimos comprar os passagens de trem para Chengdu para às 11:00. Que sorte! Um pouco de espera e logo estaríamos embarcando. Aproveitamos para comer alguma coisa num restaurante ao lado da estação e também comprar algumas coisas para a viagem. Vimos várias pessoas levando noodles (macarrão instantâneo em pote) para a estação e, por isso, desconfiamos que deveria ter água quente no trem. Assim, munidos de alguns noodles, bolachas e uma garrafa de chá com limão entramos no trem. Seria uma longa viagem de cerca de 20 horas.

Descobrimos que viajar de trem na China é bastante confortável. As pessoas parecem respeitar mais com relação à limpeza e ao cigarro. Elas só fumam nas áreas entre um vagão e outro, onde estão os banheiros. Os trens têm serviço de cozinha e também vendem lanches e bebidas. Porém, os preços são mais salgados. Assim, fizemos bem em levar nossos lanches e noodles instantâneos. O trem fornece água quente gratuita e, portanto, a maioria das pessoas também é adepta ao noodles.


Comendo noodles no trem.


DIA 03/11:

Por volta das 6:45 chegamos em Chengdu, a capital da Província de Sichuan, uma grande cidade com mais de 4 milhões de habitantes. O dia estava começando a querer clarear. Desenhamos um ônibus em uma folha de papel e partimos para a mímica. Desta vez, sem maiores dificuldades (talvez por já estarmos mais experientes na arte da mímica), conseguimos confirmar a informação do guia de que era o ônibus número 16 que deveríamos pegar. Mostramos para algumas pessoas a folhinha de papel com o número 16 e um ônibus desenhado e logo descobrimos o local de onde saía. Brincadeira de criança. E assim fomos para o outro lado da cidade, onde estava o hotel de que tínhamos indicação no guia. Instalados, pudemos tomar um banho quente e descansar um pouco da longa viagem.


Comunicação na China: Papelzinho com o “ônibus 16” desenhado.


Mais tarde saímos para almoçar e passear um pouco. Nos surpreendemos com a organização e limpeza da cidade. Chengdu é muito moderna e agradável.

Aproveitamos também para pesquisar preços e informações para ir ao Tibet. Atualmente, os estrangeiros podem somente viajar ao Tibet através de uma excursão, onde, no mínimo, deve estar incluída a taxa de permissão e um guia obrigatório. Já havíamos pesquisado antes a burocracia toda e sabíamos do que era necessário. E essa história nos revoltava um pouco. Nos incomodava a idéia de ter que dar dinheiro ao governo chinês para poder ir ao Tibet. Porém, infelizmente, essa é a única maneira de ir para lá hoje em dia. Estávamos em um dilema. Ir ou não ir?

Chengdu é uma das principais cidades chinesas de onde partem as viagens para o Tibet e onde os preços tendem a ser melhores. Assim, neste dia aproveitamos para passar em várias agência de turismo e pesquisar os preços. Porém, observamos que os valores estavam um pouco acima do que imaginávamos pagar, talvez por ser baixa temporada e não haver turistas suficientes para fechar os grupos. Tínhamos que tomar uma decisão rápida, pois não queríamos ficar muito tempo parados em Chengdu. E assim resolvemos desistir de ir ao Tibet. Ao invés de ir para Lhasa, então decidimos ir para a região chinesa que faz fronteira com o Tibet, onde não é necessário ter nenhuma permissão especial. Esta área geograficamente e culturalmente tem características tibetanas. Está nas montanhas que fazem a borda do planalto tibetano e o povo que vive lá é principalmente tibetano.

Porém, antes de fazer esta viagem pela região próxima ao Tibet, queríamos ir para Xian, onde está o famoso Exército de Terracota, um dos mais ricos monumentos arqueológicos da China. Assim, passamos somente uma noite em Chengdu e, no dia seguinte, já continuamos a viagem.


Chengdu é uma cidade moderna, organizada e limpa.


DIA 04/11:

Acordamos cedo, arrumamos nossas mochilas, deixamos o hotel e pegamos o tal ônibus número 16 de volta até a estação de trem. Novamente tivemos sorte e conseguimos comprar as passagens para o trem que ia sair às 10:00. Assim, embarcamos para mais uma longa viagem. Foram 20 horas até Xian, onde chegamos no dia seguinte de manhã cedo.



DICAS:
- Ônibus de Luang Nam Tha (Laos) para Jinghong (China): 110.000 kip (13,75 dólares). São umas 6 horas de viagem.
- Ônibus sleeper de Jinghong para Kunming: 197 yuan, 12 horas de viagem.
- Em Kunming, o ônibus urbano número 154 vai da Southern Bus Station até próximo da estação de trem.
- Os ônibus urbanos na China são baratos, costumam custar de 1 à 1,5 yuan.
- Viajamos de trem sempre na classe “hard sleeper”, por ser a que oferece o melhor custo benefício. A camas são dispostas em três, uma em cima da outra. Há uma pequena diferença nos preços, onde a cama inferior é um pouco mais cara e a superior é a mais barata. Sempre que possível, é bom comprar as passagens com antecedência. Nós tivemos sorte em encontrar passagens em cima da hora.
- Trem de Kunming para Chengdu: 220 yuan, 20 horas de viagem.
- Em Chengdu, o ônibus urbano número 6 sai da estação de trem, que está na zona norte da cidade, passa pelo centro e segue até a zona sul.
- Trem de Chengdu para Xian: 224 yuan, 20 horas de viagem.
- Nos hospedamos no Traffic Hotel (na rua Binjiang Lu, ao lado da Xinnanmen Bus Station), que oferece quartos duplos com banheiro compartilhado (mas limpíssimo) e com internet wi-fi, de 80 à 100 yuan.
- Um dólar vale aproximadamente 6,67 yuan.

Do Laos à China passando por Luang Nam Tha

No dia 30/10/2010 de manhã cedo deixamos Luang Prabang e seguimos rumo à Luang Nam Tha. Depois de um longo dia de viagem, sacudindo dentro da van e passando por estradas esburacadas de terra, chegamos finalmente em Nam Tha, uma pequena cidade no norte do Laos. Era final de tarde. Nos hospedamos em um guesthouse e descansamos.

Aliás, descansamos o dia seguinte inteiro, recuperando energia para partir rumo à China. Organizamos nossas coisas para poder seguir mais leves. Decidimos deixar uma grande mochila cargueira e mais uma mochilinha no guesthouse, onde voltaríamos depois de viajar pela China. E levamos somente o extritamente necessário para estas próximas semanas. Assim, no dia 01/11 de manhã deixamos Nam Tha e seguimos de ônibus para Jinghong, na província de Yunnan, no sul da China.


DICAS:
- De Luang Prabang para Luang Nam Tha são umas 8 horas de viagem. Pode-se ir de ônibus ou de van. A van custou 110.000 kip por pessoa (13,75 dólares). O ônibus é um pouco mais barato.
- O ônibus de Luang Nam Tha (Laos) para Jinghong (China) também custou 110.000 kip (13,75 dólares). São umas 6 horas de viagem.

Comidas do Laos

A culinária do Laos recebeu muita influência de seus países vizinhos como Camboja, Vietnã, Tailândia e China, além de outras influências como Japão, Coréia e países ocidentais. Por isso, é um excelente lugar para apreciar a diversidade.

Fried Suki é uma variação de um prato japonês chamado Sukiyak, que também é muito apreciado na Tailândia. Neste caso, o Fried Suki (suki frito) era com frutos do mar, molho picante, macarrão muito fininho e transparente, vegetais e cogumelos. Foi servido em um prato de ferro, uma espécie de chapa, ainda borbulhando.


Fresh Spring Roll (rolinho primavera fresco), um prato típico no Vietnã (gỏi cuốn). É feito com papel de arroz (uma massa fininha) e é recheado com alface, broto de feijão, hortelã, etc.
É servido com um delicioso molho adocicado de amendoim e levemente apimentado.


Sopa vietnamita “Pho”, uma sopinha levemente adocicada com macarrão de arroz, broto de feijão, alface, hortelã e amendoim. Geralmente é servida com carne, mas sempre pedimos a opção vegetariana.


“Green Shrimp Curry”, camarão em um molho que leva leite de coco, pasta de curry amarelo, capim limão, vegetais e diversas especiarias. Muito comum no Camboja e na Tailândia.


“Red Fish Curry”, peixe em um molho que leva leite de coco, pasta de curry vermelho, capim limão, vegetais e diversas especiarias. Também muito comum no Camboja e na Tailândia.


Em Luang Prabang fomos conhecer o “Tamarind Restaurant”, famoso por seus deliciosos petiscos e pratos típicos. Experimentamos um mix de pastinhas deliciosas acompanhado com arroz grudento (típico no sudeste asiático) e Khai Pene (petisco de plantas aquáticas desidratadas com gergelim). As pastinhas são: Jeow Bong (pasta doce de pimenta, tradicional de Luang Prabang), Jeow Mak Len (pasta de tomate), Jeow Mak Keua (pasta de berinjela defumada) e Jeow Pak Hom (pasta levemente picante com coentro e alho).
Acompanhado com o refrescante Suco de Jujube (Nam Mak Tan): É uma bebida a base de ameixa (jujube) com leite de coco.


Em Luang Prabang também experimentamos esses pequenos grãos, cuja a casca é uma bolinha. Pelo o que pudemos entender, o nome deste tão apreciado petisco é Mak Dnal, ou algo parecido. É muito comum ver pessoas vendendo os cachos desses grãos nas ruas e famílias inteiras sentadas em frente suas casas comendo as tais bolinhas. Eles têm o sabor diferente de tudo que já experimentamos, talvez se aproxime um pouco do gosto do milho, porém um pouco mais amargo.


Vegetais com tofu e molho de ostra, acompanhado com arroz grudento (arroz típico do sudeste asiático), em Luang Nam Tha.


Chá de gengibre com mel


Todos esses pratos ficam muito bem acompanhados com uma Beer Lao, a cerveja mais popular do Laos.